Utilização do coproduto da Moringa oleifera na alimentação de ruminantes na mitigação de gases de efeito estufa

Autores

  • Fabíola Franklin de Medeiros
  • Bonifácio Benício de Souza
  • Nágela Maria Henrique Mascarenhas
  • Maycon Rodrigues da Silva
  • Talícia Maria Alves Benício
  • Luanna Figueirêdo Batista
  • Danilo Leite Fernandes
  • Expedito Danúsio de Souza
  • João Vinícius Barbosa Roberto
  • José Antônio Pires da Costa Silva

Resumo

A utilização de alimentos alternativos na pecuária constitui estratégia relevante para a adaptação dos sistemas de produção às condições regionais e às limitações econômicas dos produtores, sendo esses fatores determinantes para a produção de alimentos em escala global. Nesse contexto, a Moringa oleifera, espécie arbórea perene de origem indiana pertencente à família Moringaceae, destaca-se por sua ampla adaptação às condições climáticas e edáficas, além de apresentar disponibilidade durante todo o período de estiagem. No que se refere à nutrição de ruminantes, suas folhas e talos finos constituem fonte de proteína e fibra de elevada qualidade, contribuindo para a produção de energia no rúmen. Adicionalmente, a moringa apresenta elevada taxa de degradação ruminal, caracterizando-se como alimento de alto valor nutricional para bovinos, podendo ser fornecida nas formas fresca, fenada ou ensilada. Diante disso, objetivou-se avaliar, por meio de revisão bibliográfica em periódicos científicos, se o coproduto da Moringa oleifera na dieta de ruminantes promove redução na produção entérica de gases de efeito estufa. Os estudos analisados indicam que a inclusão desse coproduto na alimentação de ruminantes contribui para a mitigação das emissões de gases de efeito estufa, evidenciando seu potencial como alternativa sustentável na produção animal.

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Publicado

2026-04-16